Mostrando postagens com marcador dica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Uma entrevista para se ver e ouvir... Várias vezes!!!

No dia 07 de Junho os alunos do Teatro do Valores de Minas - Manhã e Tarde viram uma entrevista da grande atriz Fernanda Montenegro no programa Starte.
Essa é uma série especial feita pela Globo News que se chama GRANDES ATRIZES.



Além dela também deram entrevista nessa mesma série nomes de peso como Bibi Ferreira, Nathalia Timberg e Beatriz Segall. Vale a pena ver todos!!!
Segue o link para as outras entrevistas:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1512057-7823-NATHALIA+TIMBERG+FALA+SOBRE+SUA+CARREIRA,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1518103-7823-BIBI+FERREIRA+EXPLICA+SUA+RELACAO+ESPECIAL+COM+O+TEATRO,00.html


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Em cartaz!!!




Moçada,


Essa semana volto em cartaz depois de quase 3 anos sem pisar nos palcos. 

E gostaria de convidá-los para irem lá ver ou rever a peça. Para quem já viu... 

Desta vez poderá ver comigo, pois estou substituindo e acho que vale a pena... rs!!! 

Para quem ainda não viu... será uma opotunidade de ver. 

Ainda mais pq acredito ser essa a última vez que entraremos em cartaz! 

Espero vê-los lá!!! 

E espalhem a notícia.

De Quinta a Sábado às 20hs e Domingo às 19hs.

Ingresso no valor de 16 reais a inteira e 8 reais a meia.
Com a impressão da divulgação ou apresentação do flyer do espetáculo na porta do teatro, PAGA_SE MEIA!!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Margarida vai estar na Praça!!!



Isto é um convite!!!


Peça: No Início era o Princípio.
ONDE: na Praça do Sol, no Parque Municipal
QUANDO: Sábado, dia 14.
QUE HORAS: às 16hs!!!

Nesta peça re-contamos a história de Adão e Eva... 
Mas através do olhar do palhaço!!!


terça-feira, 20 de julho de 2010

Para vocês lerem mais de uma vez por dia!!!

Quero que vocês pensem em cada uma dessas linhas...
Que voltem das férias repletos!
bj em cada um.

PS: E se não souberem quem é esse moço... Pesquisem! rs...


CARTA AO ATOR D.
Freqüentemente me surpreende a ausência de serenidade em seu trabalho. Não é devido à falta de concentração ou de boa vontade. É a expressão de duas atitudes.
Antes de tudo, tem-se a impressão de que suas ações não são ditadas por uma convicção interior ou por uma necessidade que deixa sua marca no exercício, na improvisação, na cena que você executa. Você pode estar concentrado no seu trabalho, não estar se poupando, seus gestos podem, tecnicamente, ser precisos e no entanto, suas ações continuam sendo vazias. Não acredito no que você está fazendo. O seu corpo só diz uma coisa: obedeço a uma ordem dada de fora. Seus nervos, seu cérebro, sua coluna não estão comprometidos, e, com uma atitude epidérmica, quer me fazer crer que cada ação é vital para você. Você mesmo não percebe a importância do que quer fazer partícipe os espectadores.
Então como pode esperar que o espectador fique preso por suas ações? Como você poderia, assim, afirmar e fazer compreender que o teatro é o lugar onde as convenções e os obstáculos sociais devem desaparecer, para deixar lugar a uma comunicação sincera e absoluta? Você neste lugar representa a coletividade, com as humilhações que passou, com seu cinismo que é autodefesa, o seu otimismo, que é a própria irresponsabilidade, com seu sentimento de culpa e a sua necessidade de amar, a saudade do paraíso perdido, escondido no passado, na infância, no calor de um ser que lhe fazia esquecer a angústia.
Todas as pessoas presentes nesta sala ficariam sacudidas se você efetuasse, durante a representação, um retorno a essas fontes, a esse terreno comum da experiência individual, a esta pátria que se esconde. Este é o laço que o une aos outros, o tesouro sepultado no mais profundo do nosso ser, jamais descoberto, porque é nosso conforto, porque dói ao tocá-lo.
A segunda tendência que vejo em você é o temor de levar em consideração a seriedade deste trabalho: sente uma espécie de necessidade de rir, de distrair-se, de comentar humoristicamente o que você e seus companheiros fazem. É como se quisesse fugir da responsabilidade que sente, incrente à sua profissão, e que consiste em estabelecer uma relação e em assumir a responsabilidade do que revela. Você tem medo da seriedade deste trabalho, da consciência de estar no limite do que é permitido. Tem medo de que tudo aquilo que faz seja sinônimo de fanatismo, de aborrecimento, de isolamento profissional. Porém, num mundo em que homens que nos rodeiam já não acreditam em mais nada ou pretendem acreditar para ficarem tranqüilos, aquele que se afunda em si mesmo para enfrentar a sua condição, a sua falta de certezas, a sua necessidade de vida espiritual, é tomado por um fanático e por um ingênuo. Num mundo, cuja norma é o enganar, aquele que procura “sua” verdade é tomado por hipócrita.
Deve aceitar que tudo no que você acredita, no que você dá liberdade e forma no seu trabalho, pertence à vida e merece respeito e proteção. Suas ações, na presença da coletividade dos espectadores, devem estar carregadas da mesma força que a chama tenaz incandescente, ou na voz da sarça ardente. Somente então, suas ações poderão continuar a viver no espírito e na memória do espectador, poderão fermentar conseqüências imprevisíveis.
Enquanto Dullin jazia em seu leito de morte, seu rosto se retorcia assumindo as máscaras dos grandes papéis que viveu: Smerdiakov, Volpone, Ricardo III. Não era só o homem Dullin que morria, mas também o ator e todas as etapas de sua vida.
Se lhe pergunto por que escolheu ser ator, me responderá: para expressar-me e realizar-me. Mas que significa realizar-se? Quem se realiza? O gerente Hansen que vive uma existência respeitável, sem inquietudes, nunca atormentado por estas perguntas que ficam sem resposta? Ou o romântico Glauguin que, depois de romper com as normas sociais, terminou sua existência na miséria e nas privações de uma aldeia polinésia, Noa-Noa, onde acreditava ter encontrado a liberdade perdida? Numa época em que a fé religiosa é considerada como neurose, nos falta a medida para julgar o êxito ou o fracasso de nossa vida.
Sejam quais foram as motivações pessoais que o trouxeram ao teatro, agora que você exerce esta profissão, você deve encontrar um sentido que vá além de sua pessoa, que o confronte socialmente com os outros.
Somente nas catacumbas pode-se preparar uma vida nova. Esse é o lugar de quem, em nossa época, procura um compromisso espiritual se arriscando com as eternas perguntas sem respostas. Isto pressupõe coragem: a maioria das pessoas não tem necessidade de nós. Seu trabalho é uma forma de meditação social sobre si mesmo, sobre sua condição humana numa sociedade e sobre os acontecimentos de nosso tempo que tocam o mais profundo de si mesmo. Cada representação neste teatro precário, que se choca contra o pragmatismo cotidiano, pode ser a última. E você deve considerá-la como tal, como sua possibilidade de reencontrar-se, dirigindo aos outros a prestação de contas de seus próprios atos, seu testamento.
Se o ato de ser ator significa tudo isto para você, então surgirá um outro teatro; uma outra tradição, uma outra técnica. Uma nova relação entre você e os espectadores que à noite vêm vê-lo, porque necessitam de você.


Eugenio Barba.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Viva a natureza!!!

Vocês viram isso!?



Coisas que só a natureza pode fazer...
E nos cabe parar um pouco para poder admirar!!!

Algumas imagens do final de semestre...

Vocês conversando... Muito!
E uma dica, meus amores: Teatro se faz, é ação, força, vida pulsante.
Pensem menos no segundo semestre... Mais AÇÃO!!!


Em ação: artes cênicas e plásticas... pela manhã!



E pela tarde... Também teve!!!





E sempre finalizando com uma conversa. 
Acho que valeu a pena, né!? 
O resultado foi bem legal.
Mas é preciso ainda muito trabalho com nossos atores...
Força, presença, voz, corpo!!!
Pulsão de vida, queridos.
Pulsem!!!


Claro que as bicicletas que andaram pelas "ruas" do valores foram registradas...
Preparando para a apresentação da Cidade ADM do Gov de Minas.


Sob os olhos atentos de: Branco!!!


E lá fomos nós para a tal Cidade... fazer bonito!


E olhos não faltavam para que tudo desse certo...


E deu!!! Foi lindo demais. 
Parabéns a todos!!!


No mais é isso e claro muito mais.
Vamos para nossas férias!
Pensem em tudo o que viveram até aqui.
E voltem com força total, porque o bicho vai pegar!!!
ADORO!!!
Bjus em cada um...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

FIT 2010!!!

Alunos queridos,

Se preparem para esse grande evento: O Festival Internacional de Teatro!!!
Tem espetéculos de várias partes do mundo e de vários estilos.
E tudo isso vai acontecer aqui na sua cidade: BH!

Para saber mais sobre a programação:
 http://www.fitbh.com.br/blog/

Vai lá, veja e se prepare!!!

domingo, 27 de junho de 2010

Medo - Pitty



"Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo de ter, medo de perder
Cada um tem os seus
E todos tem alguns
Suando frio, as mãos geladas
Coração dispara até sufocar
Só trememos por nós mesmos
Ou por aqueles que amamos
Homem que nada teme
É homem que nada ama
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Paranóia hi tech é sindrome
Contagioso, manipulador
Antiga batalha:
O homem e seu pavor
Nocivo se paralisa
Só trememos por nós mesmos
Ou por aqueles que amamos
Homem que nada teme
É homem que nada ama
Se corre o bicho pega
Se fica o bicho come (3x)
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo"